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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

ENCONTRO SELETIVO

No  período de 5 a 7 do mês em curso, em Caruaru, aconteceu mais um Seletivo para a aprovação dos jovens que serão admitidos ao postulantado em 2015. Forma selecionados 11 jovens dos diversos estados que compõem a nossa Província. O encontro foi dirigido pelo Vigário Provincial Frei Franklin Diniz e pelo animador vocacional em exercício Frei José Roberto, contando com a participação dos animadores vocacionais locais.







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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Frei Evandro Fontes - Novo Doutor da PRONEB

Queremos manifestar a nossa alegria e parabenizar o Frei Evandro Fernandes Fontes, OFMCap., que na manhã do dia 04/12/2014, no Salão Nobre da Faculdade de Direito Canônico São Paulo Apóstolo, defendeu sua tese de Doutorado em Direito Canônico com o seguinte tema: A PARTICIPAÇÃO DOS MEMBROS DE UM INSTITUTO DE VIDA CONSAGRADA NA COMPOSIÇÃO DO CAPÍTULO GERAL, CIC/1983, c. 631, 2 e 3 - CCEO, c. 512. Ele obteve nota máxima, 10,0, suma com laude. De nossa Província estavam presentes, Frei Franklin Diniz, Vigário Provincial, Frei Reginaldo Mendonça, Conselheiro Provincial, Frei Ademir Oliveira e Frei Paulo Amâncio. Da Província Capuchinha de São Paulo, estavam o Ministro Provincial, Frei Carlos Silva e Frei Odair Verussa, além de familiares e amigos de novo Doutor. Parabéns Frei Evandro Fontes, Deus o abençoe e o ajude a servir ainda mais a Igreja. Alguns registros fotográficos desse momento.







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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

III ROMARIA DE FREI DAMIÃO EM OURICURI-PE



A cidade de Ouricuri já vivencia a III Romaria de Frei Damião, que teve início nessa quinta-feira (27), e segue até o próximo domingo (30). O evento religioso é uma Realização dos Frades Capuchinhos com apoio prefeitura da cidade.

Programação:
27/06 (Quinta-Feira)
05h – Caminhada para o Santuário de Frei Damião
08h – Adoração e Confissão na Igreja Matriz
18h – Procissão com a Imagem de São Sebastião conduzida pelos carroceiros e ciclistas (saída da Igreja Matriz para Praça Frei Damião)
19h30 – Sermão a santa missa Missa na Praça Frei Damião


28/06 (Sexta-Feira)
05h – Caminhada para o Santuário de Frei Damião
08h – Adoração e Confissão na Igreja Matriz
19h30 – Sermão e a santa missa Missa na Praça Frei Damião, após a Missa Procissão Luminosa com a Imagem de Nossa Senhora das Dores


29/06 (Sábado)
05h – Caminhada para o Santuário de Frei Damião
08h – Adoração e Confissão na Igreja Matriz
18h – Carreata com a Imagem de São Cristóvão (Patrono dos Motoristas) e benção dos veículos e motoqueiros (saída da Praça Frei Damião)
19h30 – Sermão e a santa missa Missa na Praça Frei Damião


30/06 (Domingo)
05h – Caminhada para o Santuário de Frei Damião carregando o Cruzeiro
19h30 – Sermão e a santa missa Missa na Praça Frei Damião e Encerramento da Romaria. 
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terça-feira, 25 de novembro de 2014

O PAPA EM ESTRASBURGO: UM LÍDER CATÓLICO QUE FALA À CIDADANIA EUROPEIA

O Papa Francisco partiu às 8h da manhã (5h de Brasília) desta terça-feira, do aeroporto romano de Fiumicino, em direção a Estrasburgo, onde visitou o Parlamento Europeu e o Conselho da Europa.
papa viagemO Pontífice, que viajou acompanhado de uma pequena delegação, da qual fez parte o Secretário de Estado Vaticano, Pietro Parolin, chegou ao aeroporto da cidade francesa duas horas depois, por volta das 10h locais.
Depois de cumprir o protocolo no aeroporto, saudando as autoridades eclesiásticas e políticas europeias, o Papa se dirigiu à sede do Parlamento, onde foi acolhido oficialmente pelo Presidente, o eurodeputado alemão. Foram executados os hinos, feita a foto oficial e apresentadas as delegações. Francisco também saudou um grupo de cerca de mil funcionários com suas famílias, no saguão do edifício. Na sequência, houve a tradicional troca de presentes e a audiência particular com o Presidente. No caminho para a sala principal, o Papa teve um rápido encontro com uma senhora idosa, Helma Schmidt, que o hospedou na cidade de Boppard em 1986, quando o jovem Bergoglio estudou durante dois meses na Alemanha.
Por volta das 10h20, Martin Schultz foi o primeiro a discursar, saudando a visita do Papa Francisco e agradecendo a sua presença nesta ocasião.
Trata-se de uma viagem insólita por sua brevidade – a mais curta das internacionais jamais feitas por um Papa – e por não ter caráter religioso. O Papa falará às representações democráticas da cidadania do Velho Continente.
Além disso, precede de apenas três dias o seu sucessivo compromisso internacional: a viagem que o levará à Turquia de 28 a 30 de novembro. O retorno a Roma está previsto para as 15h50 de Roma (12h50 de Brasília).
É praxe que o Pontífice ao deixar a Itália faça uma saudação ao Chefe de Estado, e atendendo à tradição, Francisco enviou um telegrama ao Presidente Giorgio Napolitano.
“No momento em que deixo Roma para visitar o Parlamento Europeu e o Conselho da Europa, dirijo ao Senhor, Presidente, a minha respeitosa saudação, que acompanho com fervorosos auspícios de bem-estar espiritual, civil e social do povo italiano, a quem envio com gosto a minha bênção”, diz a mensagem do Papa.
Como informa a Santa Sé, esta ‘visita apostólica’ não é à França, mas às instituições europeias que têm sede em Estrasburgo. Entre o Vaticano e a União Europeia existe sintonia: “Existem muitos pontos em comum. Antes de tudo, porque a Igreja Católica sempre foi favorável ao processo de integração europeia, desde o início. E existem temas que interessam e preocupam as duas partes, como a pobreza, a crise econômica e a imigração”.
Fonte: http://www.jcenews.com.br/
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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Santa Isabel da Hungria



Diz a lenda que Isabel foi invocada mesmo antes de nascer. Um vidente anunciou seu glorioso nascimento como estrela que nasceria na Hungria, passaria a brilhar na Alemanha e se irradiaria para o mundo. Citou-lhe o nome, como filha do rei da Hungria e futura esposa do soberano de Eisenach (Alemanha).
De fato, como previsto, a filha do rei André, da Hungria, e da rainha Gertrudes, nasceu em 1207. O batismo da criança foi uma festa digna de reis. E a criança recebeu o nome de Isabel, que significa repleta de Deus.
Ela encantou o reino e trouxe paz e prosperidade para o governo de seu pai. Desde pequenina se mostrou de fato repleta de Deus pela graça, pela beleza, pelo precoce espírito de oração e pela profunda compaixão para com os sofredores.
Tinha apenas quatro aninhos quando foi levada para a longínqua Alemanha como prometida esposa do príncipe Luís, nascido em 1200, filho de Hermano, soberano da Turíngia. Hermano se orientava pela profecia e desejava assegurar um matrimônio feliz para seu filho.
Dada a sua vida simples, piedosa e desligada das pompas da corte, concluíram que a menina não seria companheira para Luis. E a perseguiam e maltratavam, dentro e fora do palácio.
Luis, porém, era um cristão da fibra do pai. Logo percebeu o grande valor de Isabel. Não se impressionava com a pressão dos príncipes e tratou de casar-se quanto antes. O que aconteceu em 1221.
A Santa não recuava diante de nenhuma obra de caridade, por mais penosas que fossem as situações, e isso em grau heróico! Certa vez, Luis a surpreendeu com o avental repleto de alimentos para os pobres. Ela tentou esconder… Mas ele, delicadamente, insistiu e… milagre! Viu somente rosas brancas e vermelhas, em pleno inverno. Feliz, guardou uma delas.
Sua vida de soberana não era fácil e freqüentemente tinha que acompanhar o marido em longas e duras cavalgadas. Além disso, os filhos, Hermano, de 1222; Sofia, de 1224 e Gertrudes, de 1227.
Estava grávida de Gertrudes, quando descobriu que o duque Luis se comprometera com o Imperador Frederico II a seguir para a guerra das Cruzadas para libertar Jerusalém. Nova renúncia duríssima! E mais: antes mesmo de sair da Itália, o duque morre de febre, em 1227! Ela recebe a notícia ao dar à luz a menina.
Quando Luis ainda vivia, ele e Isabel receberam em Eisenach alguns dos primeiros franciscanos a chegar na Alemanha por ordem do próprio São Francisco. Foi-lhes dado um conventinho. Assim, a Santa passou a conhecer o Poverello de Assis e este a ter freqüentes notícias dela. Tornou-se mesmo membro da Familia Franciscana, ingressando na Ordem Terceira que Francisco fundara para leigos solteiros e casados. Era, pois, mais que amiga dos frades. Chegou a receber de presente o manto do próprio São Francisco!
Morto o marido, os cunhados tramaram cruéis calúnias contra ela e a expulsaram do castelo de Wartburgo. E de tal forma apavoraram os habitantes da região, que ninguém teve coragem de acolher a pobre, com os pequeninos, em pleno inverno. Duas servas fiéis a acompanharam, Isentrudes e Guda.
De volta ao Palácio quando chegaram os restos mortais de Luís, Isabel passou a morar no castelo, mas vestida simplesmente e de preto, totalmente afastada das festas da corte. Com toda naturalidade, voltou a dedicar-se aos pobres. Todavia, Lá dentro dela o Senhor a chamava para doar-se ainda mais. Mandou construir um conventinho para os franciscanos em Marburgo e lá foi morar com suas servas fiéis. Compreendeu que tinha de resguardar os direitos dos filhos. Com grande dor, confiou os dois mais velhos para a vida da corte. Hermano era o herdeiro legitimo de Luis. A mais novinha foi entregue a um Mosteiro de Contemplativas, e acabou sendo Santa Gertrudes! Assim, livre de tudo e de todos, Isabel e suas companheiras professaram publicamente na Ordem Franciscana Secular e, revestidas de grosseira veste, passaram a viver em comunidade religiosa. O rei André mandou chamá-las, mas ela respondeu que estava de fato feliz. Por ordem do confessor, conservou alguma renda, toda revertida para os pobres e sofredores.
Construiu abrigo para as crianças órfãs, sobretudo defeituosas, como também hospícios para os mais pobres e abandonados. Naquele meio, ela se sentia de fato rainha, mãe, irmã. Isso no mais puro amor a Cristo. No atendimento aos pobres, procurava ser criteriosa. Houve época, ainda no palácio, em que preferia distribuir alimentos para 900 pobres diariamente, em vez de dar-lhes maior quantia mensalmente. É que eles não sabiam administrar. Recomendava sempre que trabalhassem e procurava criar condições para isso. Esforçava-se para que despertassem para a dignidade pessoal, como convém a cristãos. E são inúmeros os seus milagres em favor dos pobres!
De há muito que Isabel, repleta de Deus, era mais do céu do que da terra. A oração a arrebatava cada vez mais. Suas servas atestam que, nos últimos meses de vida, frequentemente uma luz celestial a envolvia. Assim chegou serena e plena de esperança à hora decisiva da passagem para o Pai. Recebeu com grande piedade os sacramentos dos enfermos. Quando seu confessor lhe perguntou se tinha algo a dispor sobre herança, respondeu tranqüila: “Minha herança é Jesus Cristo !” E assim nasceu para o céu! Era 17 de novembro de 1231.
Sete anos depois, o Papa Gregório IX, de acordo com o Conselho dos Cardeais, canonizou solenemente Isabel. Foi em Perusa, no mesmo lugar da canonização de São Francisco, a 26 de maio de 1235, Pentecostes. Mais tarde foi declarada Padroeira da Ordem Franciscana Secular.
FREI CARMELO SURIAN, O.F.M.
Fonte: http://franciscanos.org.br/


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Renovação da Profissão Temporária - Frades do Convento São Félix

No dia 16 de novembro, as 17h,  na Igreja Conventual São Félix de Cantalice, em Recife-PE, 05 (cinco) frades (pós-noviços) a saber: Frei Ademir Marques de Lima, Frei Fábio Domingos de Melo, Frei José Mário de Almeida, Frei Roberto Alexandre da Silva e Frei Severino Vieira Marques renovaram a profissão temporária por mais um ano, confirmando assim a consagração ao Senhor através dos votos de pobreza, castidade e obediência. A celebração foi presidida pelo guardião do convento, conselheiro provincial e delegado do Ministro Provincial, Frei Reginaldo Ferreira da Silva Mendonça que recebeu a renovação dos irmãos. Estavam presentes os frades da Fraternidade São Félix alguns irmãos da Fraternidade N. S. da Penha e a comunidade em geral. No final da celebração foram apresentados os novos frades (Pós-noviços) que já estão residindo no convento.

Alguns momentos da celebração:




























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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

NOVO MINISTRO GERAL DA OFS

O nosso irmão húngaro, Tibor Kauser, foi eleito em primeiro escrutínio Ministro Geral do Conselho Internacional da Ordem Franciscana Secular (CIOFS) para o período de 2014 a 2020. O Ir. Tibor é o quarto ministro eleito, depois de Manuela Matttioli, Emanuela de Nunzio e Encarnita Del Pozo. 

Tibor Kause, novo ministro geral da OFS

A nossa ir. venezuelana Chelito Nuñes foi eleita também em primeiro escrutínio Vice-Ministra. Enquanto a Ir. Ana Fruck da Croácia foi eleita como Conselheira pela Área Europa 1 Alemanha e Inglaterra. Já a nossa irmã peruana Ana Maria Raffo foi eleita em segundo escrutínio como conselheira para América Latina e Espanha. 
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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

NOMEADO BISPO AUXILIAR DE OLINDA E RECIFE


O papa Francisco nomeou hoje, 12 de novembro, padre Antonio Tourinho Neto como bispo auxiliar da arquidiocese de Olinda e Recife (PE). Até a data da nomeação, ele estava como pároco da paróquia do Cristo Rei, em Jequié (BA).
Padre Toninho nasceu em 9 de janeiro de 1964, em Jequié. Foi ordenado presbítero em 20 de janeiro de 1990. É formado em Ciências Contábeis e Psicanálise pela Sociedade Psicanalista do Estado da Bahia (SPEB). Aos 18 anos, ingressou no Seminário Central da Bahia onde obteve o título de bacharel em Filosofia. No Seminário de São José no Rio de Janeiro, cursou Teologia. Possui pós-graduação em Direito Canônico pelo Pontifício Instituto Superior de Direito Canônico do Rio de Janeiro.



Trajetória sacerdotal
Padre Antonio Tourinho foi vigário paroquial em Aiquara. Exerceu o cargo de defensor do Vínculo Matrimonial e Promotor de Justiça no Tribunal Eclesiástico regional Nordeste 3, de 1990 a 1993. Por dezenove anos, atuou como juiz auditor da Câmara Eclesiástica da diocese de Jequié (1990-2009). Assumiu outras funções, entre elas, pároco da catedral Santo Antônio e em Quilômetro Cem, chanceler diocesano, membro do Conselho Presbiteral e do Colégio dos Consultores.
Foi também coordenador regional das Fazendas da Esperança nos estados da Bahia, Sergipe e Alagoas. Lecionou Direito Canônico na Faculdade Dom Valfredo Tepe (FACTEP), em Ilhéus (BA), de 1999 a 2007. Em 2012, foi eleito vigário geral da diocese onde permaneceu até este ano. É pároco da paróquia do Cristo Rei, em Jequié (BA), e docente em Direito Canônico na Faculdade Católica da arquidiocese de Feira de Santana. 

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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

MAIS UM VENERÁVEL CAPUCHINHO

Dom Francisco Valdés Subercaseaux, OFMCap,
primeiro capuchinho chileno e primeiro Bispo de Osorno (1908-1982)


Dia 7 de novembro p. p. Papa Francisco autorizou a publicação do Decreto que declara Venerável o Servo de Deus Francisco Maximiani Valdés Subercaseaux (1908-1982) primeiro frade Capuchinho do Chile e primeiro bispo de Osorno. O Servo de Deus nasceu em Santiago na Paróquia de S. Miguel  aos 23 de dezembro de 1908 filho de Horacio Valdés Ortúzar e Blanca Subercaseaux Errázuriz  e foi batizado no dia seguinte. Não havia ainda dois anos quando adoeceu gravemente do intestino sendo curado por hidroterapia pelo missionário capuchinho Taddeo da Wisent da Província da Baviera. Recebeu a primeira formação humana e cristã na família depois do que frequentou o Colégio Sagrado coração dos padres Picpus e depois dos jesuítas de Santiago. Por especial concessão pontifícia, pôde receber a primeira comunhão ainda pequeno aos 04 de abril de 1913. Com os pais fez uma viagem a Roma, onde seu avô materno era embaixador junto á Santa Sé. Ali decidi abraçar a vida sacerdotal, ingressando no Colégio Pio Latino Americano  frequentando a faculdade de filosofia na  Universidade Gregoriana, onde aos 10 de julho de 1929 concluiu o Doutorado. Sua permanência em Roma coincidiu com a celebração do VII Centenário da morte de São Francisco de Assis (1926-1927) e a beatificação de Francisco Maria de Camporosso ( 30 de junho 1929). A notícia de que num incêndio  em Valdívia ( Chile) tinham morrido dois frades capuchinhos que conhecia orientaram-no para esta Ordem. Aos 26 de janeiro de 1930 iniciava o ano do noviciado em Laufe, na Baviera. Aos 1º de fevereiro de 1931, a frequentar  os cursos de teologia na Universidade de Eichstätt. Por conta das dificuldades com a língua prosseguiu os estudos em Veneza onde foi ordenado sacerdote aos 17 de março de 1934. Aos 03 de janeiro de 1935 voltava ao Chile destinado ao ministério pastoral do Vicariato de Araucanía. Com grande esntusiasmo exerceu seu dever. Poucos anos depois (1939) foi destinado á missão de Boroa e em 1943, nomeado ároco de Pucòn. Aos 15 de novembro de 1955 Papa Pio XII criou a nova diocese de Osorno e no dia seguinte  chamou-o para guiá-la. Deste momento até à morte dedicou toda as  suas forças e energias ao novo campo de apostolado. De 1962 a 1965 participou das quatro sessões do Vaticano II. 

Enfermo em  novembro de 1981, aos 26 de outubro havia celebrado o 25º aniversário de sagração episcopal. Foi internado inicialmente em Santiago e depois em Pucón, de onde enviou, aos 28 de dezembro de 1981, a última mensagem aos fiéis da sua diocese. O Servo de Deus morreu serenamente aos 04 de janeiro de 1982, deixando aos circunstantes o sinal de uma vida santa. Aos 07 de janeiro foram celebrados os funerais solenes na catedral de Osorno na presença de numerosos bispos, sacerdotes e fiéis. 
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terça-feira, 4 de novembro de 2014

116 anos de Frei Damião de Bozzano

AMANHÃ, Celebraremos os 116 anos de Frei Damião (nascido a 5 de novembro de 1898, em Bozzano, na Itália). No convento São Félix, em Recife, celebrações e visitação ao túmulo durante todo o dia.

Frei Damião de Bozzano

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domingo, 2 de novembro de 2014

PREPARANDO O SITE DA CCB...

Nos dias 01 e 02 de novembro (ontem e hoje), aconteceu mais um Encontro da comissão de comunicação que prepara o site da CCB. O encontro se deu no Convento da Imaculada Conceição em São Paulo. Da nossa Província, participa o Frei Francisco de Barros.


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sábado, 18 de outubro de 2014

Beatificação do Papa Paulo VI

Na manhã deste domingo, dia 19, pelas 10.30h de Roma, será celebrada na Praça de S. Pedro a Beatificação do Papa Paulo VI. Pontifice de grande inteligência e cultura teve uma ação absolutamente fundamental na conclusão do Concílio Vaticano II iniciado por João XXIII. A sua Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi publicada em dezembro de 1975 é considerada pelo Papa Francisco o mais importante documento da Igreja sobre pastoral.

Em entrevista ao nosso colega da redação italiana da Rádio Vaticano Alessandro Gisotti, o Padre Angelo Maffeis, presidente do Instituto Paolo VI, considera que o Papa Montini interpretou o Concílio como um exame de consciência que devia afinar a consciência da Igreja, da sua identidade e missão e renovar o modo de propor a mensagem evangélica, as estruturas e o modo de agir da Igreja.

O Padre Maffeis sublinhou ainda nesta entrevista a feliz coincidência da Beatificação de Paulo VI acontecer no dia em que se encerra o Sínodo sobre a Família, pois foi o Papa Paulo VI quem instituiu este organismo da Igreja. Foram estas as suas palavras:

“ Creio que seja feliz esta coincidência que vê a cerimónia de Beatificação de Paolo VI coincidir com a conclusão da assembleia extraordinária do Sínodo dos Bispos. O Sínodo dos Bispos é uma instituição que Paulo VI quis como continuação daquela solidariedade, daquele intercâmbio, daquele confronto no interior do corpo episcopal que no Vaticano II tinha encontrado uma sua expressão muito alta, mas que tinha que encontrar caminhos para exprimir-se na vida ordinária da Igreja. Na linha da reflexão sobre a missão da Igreja que Paulo VI desenvolver, um elemento de continuidade que o Papa Francisco recorda com este pontificado é certamente representado pela exortação Evangelii Nuntiandi que me parece unir esta consciência do grande tesouro que a Igreja recebeu – e que deve proclamar com absoluta fidelidade – ao dom que lhe foi concedido, mas ao mesmo tempo esta sensibilidade pela situação contemporânea, pela cultura, pela realidade social em que a Igreja se encontra a cumprir a sua missão.” (RS)

Fonte: http://www.news.va/
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Papa Francisco faz encerramento do Sínodo dos Bispos

No final da tarde deste sábado, 18 de outubro, o Papa Francisco proferiu um discurso por ocasião do encerramento do Sínodo Extraordinário dos Bispos para a Família.
sínodo papaPronunciamento na íntegra:
“Queridas Eminências, Beatitudes, Excelências, irmãos e irmãs, com um coração pleno de reconhecimento e de gratidão, gostaria de agradecer, junto a vós, ao Senhor que nos acompanhou e nos guiou nos dias passados, com a luz do Espírito Santo!
Agradeço de coração Sua Eminência o senhor Cardeal Lorenzo Baldisseri, Secretário Geral do Sínodo, Sua Eminência Dom Fabio Fabene, Sub-Secretário, e com eles agradeço o Relator, Sua Eminência Cardeal Peter Erdö que trabalhou tanto, mesmo nos dias de luto familiar, e o Secretário Especial, Sua Eminência Dom Bruno Forte, os três Presidentes delegados, os escritores, os consultores, os tradutores e os anônimos, todos aqueles que trabalharam com verdadeira fidelidade nos bastidores e com total dedicação à Igreja, sem parar: muito obrigado de coração!
Agradeço igualmente a todos vocês, Padres Sinodais, Delegados Fraternos, Ouvintes e Assessores para vossa participação ativa e frutuosa. Levarei vocês na oração, pedindo ao Senhor para recompensar-vos com a abundância da graça dos seus dons!
Eu poderia tranquilamente dizer que – com um espírito de colegialidade e de sinodalidade – vivemos realmente uma experiência de “Sínodo”, um percurso solidário, um “caminho juntos”.
sinodo-panoramicaE tendo sido “um caminho” – e como em todo caminho -, houve momentos de corrida veloz, quase correndo contra o tempo prá chegar logo à meta; em outros, momentos de cansaço, quase querendo dizer basta; outros momentos de entusiasmo e de ardor. Houve momentos de profunda consolação, ouvindo os testemunhos dos pastores verdadeiros (cf. João 10 e Cann. 375, 386, 387) que levam no coração sabiamente as alegrias e as lágrimas dos seus fieis. Momentos de consolação e graça e de conforto escutando os testemunhos das famílias que participaram do Sínodo e partilharam conosco a beleza e a alegria de sua vida matrimonial. Um caminho onde o mais forte sentiu o dever de ajudar o mais fraco, onde o mais esperto se apressou em servir os outros, mesmo por meio dos debates. E sendo um caminho de homens, com as consolações houve também outros momentos de desolação, de tensão e de tentações, das quais se poderiam mencionar algumas possibilidades:
- Uma: a tentação de enrijecimento hostil, isto é, de querer fechar-se dentro do escrito (a letra) e não deixar-se surpreender por Deus, pelo Deus das surpresas (o espírito); dentro da lei, dentro da certeza daquilo que conhecemos e não daquilo que devemos ainda aprender e atingir. Desde o tempo de Jesus, é a tentação dos zelosos, dos escrupulosos, dos cuidadosos e dos assim chamados – hoje – “tradicionalistas” e também dos “intelectualistas”.
- A tentação do “bonismo” destrutivo, que em nome de uma misericórdia enganadora, enfaixa as feridas sem antes curá-las e medicá-las; que trata os sintomas contra os pecadores, os fracos, os doentes (cf. Jo 8,7), isto é, transformá-los em “fardos insuportáveis” (Lc 10,27).
- A tentação de descer da cruz, para acontentar as pessoas, e não permanecer ali, para realizar a vontade do Pai; de submeter-se ao espírito mundano ao invés de purificá-lo e submeter-se ao Espírito de Deus.
- A tentação de negligenciar o “depositum fidei”, considerando-se não custódios, mas proprietários ou donos ou, por outro lado, a tentação de negligenciar a realidade utilizando uma língua minuciosa e uma linguagem “alisadora” (polida) para dizer tantas coisas e não dizer nada”. Os chamavam “bizantinismos”, acho, estas coisas...
Queridos irmãos e irmãs, as tentações não devem nem nos assustar nem desconcertar e muito menos desencorajar, porque nenhum discípulo é maior do que seu mestre; portanto se Jesus foi tentado – ate mesmo chamado de Belzebu (cf. MT 12, 24) – os seus discípulos não devem esperar um tratamento melhor.
Pessoalmente, ficaria muito preocupado e triste se não houvesse estas tentações e estas discussões animadas; este movimento dos espíritos, como chamava Santo Inácio (EE, 6), se tudo tivesse sido de acordo ou taciturno em uma falsa e ‘quietista’ paz. Ao contrário, vi e escutei – com alegria e reconhecimento – discursos e pronunciamentos plenos de fé, de zelo pastoral e doutrinal, de sabedoria, de franqueza, de coragem: e de parresia. E senti que foi colocado diante dos próprios olhos o bem da Igreja, das famílias e a “suprema Lex”, a “salus animarum” (cf. Can. 1752). E isto sempre – o dissemos aqui, na Sala – sem colocar nunca em discussão as verdades fundamentais do Sacramento do Matrimônio: a indissolubilidade, a unidade, a fidelidade e a ‘procriatividade’, ou seja, a abertura à vida (cf. Cann. 1055, 1056 e Gaudium et Spes 48).
E esta é a Igreja, a vinha do Senhor, a Mãe fértil e a Mestra atenciosa, que não tem medo de arregaçar as mangas para derramar o óleo e o vinho nas feridas dos homens (cf. Lc 10, 25-37); que não olha a humanidade de um castelo de vidro para julgar ou classificar as pessoas. Esta é a Igreja Una, Santa, Católica, Apostólica e formada por pecadores, necessitados da Sua misericórdia. Esta é a igreja, a verdadeira esposa de Cristo, que procura ser fiel ao seu Esposo e à sua doutrina. É a Igreja que não tem medo de comer e beber com as prostitutas (cf. Lc 15). A Igreja que tem as portas escancaradas para receber os necessitados, os arrependidos e não somente os justos ou aqueles que acreditam ser perfeitos! A Igreja que não se envergonha do irmão caído e não faz de conta de não vê-lo, ao contrário, se sente envolvida e quase obrigada a levantá-lo e a encorajá-lo e retomar o caminho e o acompanha para o encontro definitivo, com o seu Esposo, na Jerusalém celeste.
Esta é a Igreja, a nossa mãe! E quando a Igreja, na variedade dos seus carismas, se expressa em comunhão, não pode errar: é a beleza e a força do sensus fidei, daquele sentido sobrenatural da fé, que é doado pelo Espírito Santo para que, juntos, possamos todos entrar no coração do Evangelho e aprender a seguir Jesus na nossa vida, e isto não deve ser visto como motivo de confusão e de mal-estar.
Tantos comentaristas, ou pessoas que falam, imaginaram ver uma Igreja em atrito, onde uma parte está contra a outra, duvidando até mesmo do Espírito Santo, o verdadeiro promotor e garantedor da unidade e da harmôonia na Igreja. O Espírito Santo que ao longo da história sempre conduziu a barca através dos seus Ministros, mesmo quando o mar era contrário e agitado e os Ministros infiéis e pecadores.
E, como ousei dizer isto a vocês no início do Sínodo, era necessário viver tudo isto com tranquilidade, com paz interior, mesmo porque o Sínodo se desenvolve cum Petro et sub Petro, e a presença do Papa é garantia para todos.
Falemos um pouco do Papa, agora, na relação com os bispos (risos). Assim, a missão do Papa é a de garantir a unidade da Igreja; é o de recordar aos fiéis o seu dever em seguir fielmente o Evangelho de Cristo; é o de recordar aos pastores que o seu primeiro dever é o de nutrir o rebanho – nutrir o rebanho – que o Senhor confiou a eles e de buscar acolhê-lo – com paternidade e misericórdia e sem falso medo – as ovelhas perdidas. Errei aqui. Disse acolher: ir buscá-las.
A sua missão é a de recordar a todos que a autoridade na Igreja é serviço (Cf. Mc 9, 33-35) como explicou com clareza Papa Bento XVI, com palavras que cito textualmente: “A Igreja é chamada e se esforça em exercer este tipo de autoridade que é serviço, e o exerce não em nome próprio, mas em nome de Jesus Cristo... através dos Pastores da Igreja, de fato, Cristo apascenta o seu rebanho: é Ele que o guia, o protege, o corrige, porque o ama profundamente. Mas o Senhor Jesus, Pastor Supremo das nossas almas, quis que o Colégio Apostólico, hoje os Bispos, em comunhão com o sucessor de Pedro... participassem desta missão de cuidar do Povo de Deus, de serem educadores na fé, orientando, animando e apoiando a comunidade cristã, ou, como diz o Concílio, “cuidando, sobretudo que cada fiel seja guiado no Espírito Santo a viver segundo o Evangelho a própria vocação, a praticar uma caridade sincera e ativa e a exercitar aquela liberdade com que Cristo nos libertou “ (Presbyterorum Ordinis, 6) ... é através de nós – continua o Papa Bento – que o Senhor atinge as almas, as instrui, as protege, as guia. Santo Agostinho, no seu Comentário ao Evangelho de São João diz: “Seja, portanto, esforço de amor apascentar o rebanho do Senhor” (123,5); esta é a suprema norma de conduta dos ministros de Deus, um amor incondicional, como aquele do Bom Pastor, pleno de alegria, aberto a todos, atento aos próximos e atencioso aos distantes (cf. Santo Agostinho, Discurso 340; Discurso 46, 15), delicado para com os mais fracos, os pequenos, os simples, os pecadores, para manifestar a infinita misericórdia de Deus com as palavras encorajadoras da esperança”. (Bento XVI, Audiência Geral, Quarta-feira, 26 de maio de 2010). Fim da citação.
oração papaPortanto, a Igreja é de Cristo – é a sua esposa – e todos os bispos, em comunhão com o Sucessor de Pedro, têm a missão e o dever de custodiá-la e de servi-la, não como donos, mas como servidores. O Papa, neste contexto, não é o senhor supremo, mas sim um supremo servidor – o “servus servorum Dei”; o garante da obediência e da conformidade da Igreja à vontade de Deus, ao Evangelho de Cristo e à Tradição da Igreja, deixando de lado todo arbítrio pessoal, mesmo sendo – por vontade do próprio Cristo – o “Pastor e Doutor supremo de todos os fiéis” (Can. 749) enquanto gozando “da potestade ordinária que é suprema, é plena, imediata e universal na Igreja” (cf. Cann. 331-334).
Queridos irmãos e irmãs, agora temos ainda um ano para amadurecer, com verdadeiro discernimento espiritual, as idéias propostas e encontrar soluções concretas às tantas dificuldades e inumeráveis desafios que as famílias devem enfrentar; dar respostas aos tantos desencorajamentos que circundam e sufocam as famílias.
Um ano para trabalhar na “Relatio synodi” que é o resumo fiel e claro de tudo aquilo que foi dito e discutido nesta sala e nos círculos menores. E é apresentado às Conferências episcopais como “Lineamenta”.
Que o senhor nos acompanhe e nos guie neste caminho, pela gloria do seu nome, com a intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria e de São José! E por favor, não esqueçam de rezar por mim! Obrigado.
Fonte: http://www.jcenews.com.br/
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