Naquele tempo, Jesus foi para os lados de Cesareia de Filipe e fez aos discípulos esta pergunta: Quem dizem as pessoas que é o Filho do Homem? Eles responderam: Uns dizem que é João Baptista, outros que é Elias, outros que é Jeremias ou um dos profetas. Jesus replicou-lhes: E quem dizeis vós que Eu sou? Então, Simão Pedro tomou a palavra e disse-Lhe: Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo!. Jesus respondeu-lhe: És feliz, Simão, filho de Jonas, porque não foram a carne e o sangue que to revelaram, mas sim Meu Pai que está nos Céus. E Eu também te digo a ti: Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a Minha Igreja,e as forças do Inferno não levarão a melhor contra ela. Dar-te-ei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que ligares na Terra ficará ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra ficará desligado nos Céus. (Mt 16, 13-19).
sábado, 29 de junho de 2013
30 ANOS DA PRONEB
Hoje, os Frades Capuchinhos da Província N. S. da Penha do NE do Brasil - PRONEB, louvam e agradecem ao Altíssimo, Onipotente e Bom Senhor, pelos 30 anos de elevação canônica da PRONEB. São 30 (trinta) anos fazendo a história acontecer de diversos modos neste chão nordestino. Sem perder a Fé, a Esperança e o Amor, vamos no seguimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, trilhando as pegadas de São Francisco de Assis, sob a proteção da Virgem da Penha anunciando a Paz e o Bem onde passamos. Que o Bom Senhor, neste dia especial, possa derramar sobre cada confrade bênçãos copiosas de saúde, paz, e perseverança, para que cada um possa viver a vocação franciscana com autenticidade e alegria. E que a Virgem da Penha possa sempre rogar por nós e possa ser sempre o nosso penhor!!!
quinta-feira, 27 de junho de 2013
sábado, 22 de junho de 2013
RENÚNCIA, SEGUIMENTO E CRUZ
ESSA É A PROPOSTA DE JESUS NESTE 12º DOMINGO DO TEMPO COMUM.
Lc 9, 18-24
Um dia, Jesus orava sozinho, estando com Ele apenas os discípulos. Então perguntou-lhes:
«Quem dizem as multidões que Eu sou?»
Eles responderam:
«Uns, João Baptista; outros, que és Elias; e outros, que és um dos antigos profetas que ressuscitou».
Disse-lhes Jesus:
«E vós, quem dizeis que Eu sou?» Pedro tomou a palavra e respondeu:
«És o Messias de Deus».
Ele, porém, proibiu-lhes severamente de o dizerem fosse a quem fosse e acrescentou:
«O Filho do homem tem de sofrer muito, ser rejeitado pelos
anciãos, pelos príncipes dos sacerdotes e pelos escribas; tem de ser
morto e ressuscitar ao terceiro dia».
Depois, dirigindo-Se a todos, disse:
«Se alguém quiser vir comigo, renuncie a si mesmo, tome a sua
cruz todos os dias e siga-Me. Pois quem quiser salvar a sua vida, há-de
perdê-la; mas quem perder a sua vida por minha causa, salvá-la-á».
Nota oficial da CNBB
Os bispos manifestam "solidariedade e
apoio às manifestações, desde que pacíficas, que têm levado às ruas
gente de todas as idades, sobretudo os jovens". A presidência da CNBB
apresentou a Nota em entrevista coletiva e o documento foi aprovado na
reunião do Conselho Permanente concluída na manhã desta sexta-feira, 21
de junho.
Leia a Nota:
Ouvir o clamor que vem das ruas
Nós, bispos do Conselho Permanente da
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunidos em Brasília de
19 a 21 de junho, declaramos nossa solidariedade e apoio às
manifestações, desde que pacíficas, que têm levado às ruas gente de
todas as idades, sobretudo os jovens. Trata-se de um fenômeno que
envolve o povo brasileiro e o desperta para uma nova consciência.
Requerem atenção e discernimento a fim de que se identifiquem seus
valores e limites, sempre em vista à construção da sociedade justa e
fraterna que almejamos.
Nascidas de maneira livre e espontânea a
partir das redes sociais, as mobilizações questionam a todos nós e
atestam que não é possível mais viver num país com tanta desigualdade.
Sustentam-se na justa e necessária reivindicação de políticas públicas
para todos. Gritam contra a corrupção, a impunidade e a falta de
transparência na gestão pública. Denunciam a violência contra a
juventude. São, ao mesmo tempo, testemunho de que a solução dos
problemas por que passa o povo brasileiro só será possível com
participação de todos. Fazem, assim, renascer a esperança quando gritam:
“O Gigante acordou!”
Numa sociedade em que as pessoas têm o
seu direito negado sobre a condução da própria vida, a presença do povo
nas ruas testemunha que é na prática de valores como a solidariedade e o
serviço gratuito ao outro que encontramos o sentido do existir. A
indiferença e o conformismo levam as pessoas, especialmente os jovens, a
desistirem da vida e se constituem em obstáculo à transformação das
estruturas que ferem de morte a dignidade humana. As manifestações
destes dias mostram que os brasileiros não estão dormindo em “berço
esplêndido”.
O direito democrático a manifestações
como estas deve ser sempre garantido pelo Estado. De todos espera-se o
respeito à paz e à ordem. Nada justifica a violência, a destruição do
patrimônio público e privado, o desrespeito e a agressão a pessoas e
instituições, o cerceamento à liberdade de ir e vir, de pensar e agir
diferente, que devem ser repudiados com veemência. Quando isso ocorre,
negam-se os valores inerentes às manifestações, instalando-se uma
incoerência corrosiva que leva ao descrédito.
Sejam estas manifestações fortalecimento
da participação popular nos destinos de nosso país e prenúncio de novos
tempos para todos. Que o clamor do povo seja ouvido!
Sobre todos invocamos a proteção de Nossa Senhora Aparecida e a bênção de Deus, que é justo e santo.
Brasília, 21 de junho de 2013
Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB
Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís
Vice-presidente da CNBB
Arcebispo de São Luís
Vice-presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
Fonte: CNBB
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Semana de Convivência Vocacional 2013
Está acontecendo no Convento Sagrado Coração de Jesus, em Maceió-AL, desde o dia 16 até o dia 23 de junho, a Semana de Convivência Vocacional 2013. Sob a coordenação do Frei Tiago Santos, Animador Vocacional Provincial e do Frei José Roberto de Holanda Junior, que souberam acolher, animar e conduzir de modo tranquilo os 12 jovens de vários lugares do nordeste que vieram participar do encontro. Colaboraram também neste momento vocacional de nossa Província o frei José Mário de Almeida e frei Rafael Fernando da Silva. A Fraternidade de Maceió acolheu a todos de forma alegre e franciscana.
Frades e vocacionados
Formação com a Psicóloga
Frei José Roberto e Frei Mário com alguns jovens
Vocacionados
terça-feira, 18 de junho de 2013
ENCONTRO DOS MINISTROS PROVINCIAIS E CONSELHEIROS DAS PROVÍNCIAS CAPUCHINHAS DO NORDESTE DO BRASIL
Aconteceu nos dias 17 e 18 de junho, na praia de Serrambi-PE, o Encontro dos Ministros Provinciais e Conselheiros das Províncias Capuchinhas: de Nossa Senhora da Penha do NE do Brasil, de Nossa Senhora da Piedade da Bahia e Sergipe e de São Francisco das Chagas do Ceará e Piauí. Nesse encontro os provinciais e conselheiros partilharam as alegrias e tristezas que são comuns aos conselhos provinciais e também reelaboraram o Acordo de colaboração do noviciado interprovincial que acontece em Bom Conselho-PE. Refletiram também sobre formas de ampliar a interprovincialidade entre as circunscrições, quebrando assim os provincialismos e as formalidades já existem e que muitas vezes atrapalha as relações. O Encontro foi avaliado de forma positiva, pois além de tratar de questões que são comuns as três Províncias serviu para estreitar os laços de amizade e fraternidade entre os irmãos.
Momentos do Encontro Interprovincial
Provinciais, Conselheiros e Secretário
Oração da Manhã
Meditação
Meditação
Momento das reflexões
Partilhas
Conversando sobre a vida capuchinha
Celebração Eucarística
Celebração Eucarística
Celebração Eucarística
Participantes do Encontro
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Encontro de Casais com Cristo, Equipes de Nossa Senhora e Pastoral Familiar, juntos em favor da família
Convocados pela Comissão Episcopal
Pastoral para a Vida e a Família (CEPVF), no dia 09 de junho de 2013, os
casais representantes nacionais do Encontro de Casais com Cristo (ECC),
Equipes de Nossa Senhora (ENS) e Coordenação Nacional da Pastoral
Familiar (PF), reuniram-se na sede da Conferência Nacional dos Bispos do
Brasil (CNBB), com a proposta de identificar e compartilhar ações
evangelizadoras em favor da família.
Estavam presentes no encontro: o
presidente da CEPVF e bispo de Camaçari, dom João Carlos Petrini; o
bispo de Presidente Prudente (SP) e Assistente Eclesiástico Nacional do
ECC, dom Benedito Gonçalves dos Santos, os assessores da CEPVF, padre
Rafael Fornasier e padre Wladimir Porreca; os casais da secretaria
nacional do ECC, Aparecida e Joaquim Madalena, Marisa e Ésio Henrique
Cardoso; e casal nacional das Equipes de Nossa de Senhora, Aparecida e
Raimundo Araújo; e, por fim, o casal coordenador da Comissão Nacional
Pastoral Familiar, Raimundo e Vera Leal.
Segundo dom Petrini, “o
encontro proporcionou a abertura de um trabalho conjunto entre
movimentos, serviços, pastorais e associações, que atuam na valorização
da família”.
Na reunião, foi discutida a proposta de
valorizar a atuação da família na Igreja e na sociedade, em especial na
Semana Nacional da Família (SNF). De acordo o assessor da CEPVF, padre
Wladimir Porreca, a proposta foi acolhida pelos participantes com o
desejo de que a elaboração, a organização e a participação na SNF, possa
acontecer com maior integração do ECC, das ENS e da PF, em todas as
comunidades paroquiais.
Outro tema discutido, e acolhido entre
os presentes, foi a proposta de elaborar, em conjunto, ações e eventos
que se propõem a contribuir com a visibilidade da família no espaço
público, bem como, incentivar e promover as comemorações do dia dos
pais, das mães, dos avós e as datas festivas e civis.
Esta reunião constituiu o primeiro passo de um caminho de cooperação, aberto a outros movimentos, serviços e grupos de família.
Fonte: www.cnbb.org.br
sábado, 8 de junho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
SOLENIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
"O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. Quando ainda éramos fracos,Cristo morreu pelos ímpios no tempo determinado. Dificilmente alguém morrerá por um justo; por um homem bom, talvez alguém tivesse a coragem de morrer. Mas Deus prova assim o seu amor para conosco: Cristo morreu por nós, quando éramos ainda pecadores. E agora, que fomos justificados pelo seu sangue, com muito maior razão seremos por Ele salvos da ira divina. Se, na verdade, quando éramos inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, com muito maior razão, depois de reconciliados, seremos salvos pela sua vida. Mais ainda: também nos gloriamos em Deus, por Nosso Senhor Jesus Cristo, por quem alcançámos agora a reconciliação." (Rm 5,5b-11).
quarta-feira, 5 de junho de 2013
No Dia Mundial do Meio Ambiente, o Papa Francisco pede o fim da "cultura do desperdício"
Cidade do Vaticano (RV) – A Praça S. Pedro ficou lotada mais uma vez para a Audiência Geral desta quarta-feira.
O Papa dedicou inteiramente sua catequese à natureza, por ocasião do Dia Mundial do Meio Ambiente, promovido pelas Nações Unidas, que este ano lança um apelo contra o desperdício de alimentos.
Quando falamos de meio ambiente, disse o Papa, o pensamento remete às primeiras páginas da Bíblia, ao Livro do Gênesis, onde se afirma que Deus colocou o homem e a mulher sobre a terra para que a cultivassem e a guardassem.
Mas é o que estamos fazendo?, questionou o Pontífice. “Esta indicação de Deus não foi feita só no início da história, mas a cada um de nós. É nossa responsabilidade fazer com que o mundo se torne um jardim, num local habitável por todos. Mas nós, ao invés, somos muitas vezes guiados pela soberba do domínio, da posse, da manipulação, da exploração. Estamos perdendo a atitude do estupor, da contemplação, da escuta da criação. Isso acontece porque pensamos e vivemos de modo horizontal, nos afastamos de Deus.”
Todavia, esta responsabilidade de “cultivar e guardar” não diz respeito somente à natureza, mas compreende também as relações humanas. Francisco lembrou que seus predecessores falaram de ecologia humana intimamente relacionada à ecologia ambiental. A crise que hoje se vive, e que se reflete no meio ambiente, é sobretudo humana. E alertou: “A pessoa humana está em perigo!” E o perigo é grave porque a causa do problema não é superficial, mas profunda: não é somente uma questão de economia, mas de ética e de antropologia.
“A Igreja já falou isso várias vezes; e muitos dizem: sim, é verdade.... mas o sistema continua o mesmo. O que domina são as dinâmicas de uma economia sem ética. Hoje, o dinheiro comanda. Deste modo, homens e mulheres são sacrificados aos ídolos do lucro e do consumo: é a “cultura do descartável”. Se um computador quebra, é uma tragédia, mas a pobreza, as necessidades, os dramas de tantas pessoas acabam por fazer parte da normalidade…”
Esta “cultura do descartável” tende a se tornar mentalidade comum, que contagia a todos. A vida humana já não é sentida como o valor primário a respeitar e tutelar, especialmente se é pobre ou deficiente, se não serve – como o nascituro –, ou não serve mais – como idoso.
“Esta cultura do descartável nos tornou insensíveis também aos desperdícios e aos restos de alimentos – o que é ainda mais deplorável quando muitas pessoas e famílias sofrem fome e desnutrição em várias partes do mundo. O consumismo nos induziu a nos acostumar com o supérfluo e ao desperdício cotidiano de comida. Lembremo-nos, porém, que o alimento que jogamos fora é como se o tivéssemos roubado da mesa do pobre, de quem tem fome!”
Jesus não quer desperdício, lembrou o Papa. Depois da multiplicação dos pães e dos peixes, mandou recolher os pedaços que sobraram, para que nada se perdesse. Quando o alimento é repartido de modo justo, ninguém carece do necessário.
“Convido todos a refletirem sobre o problema da perda e do desperdício de alimento para identificar vias que sejam veículo de solidariedade e de compartilha com os mais necessitados. Ecologia humana e ecologia ambiental caminham juntas. Gostaria então que todos assumissem seriamente o compromisso de respeitar e proteger a criação, de estar atento a cada pessoa, de combater a cultura do desperdício e do descartável, para promover uma cultura da solidariedade e do encontro.”
Depois da catequese, o Papa saudou os grupos presentes na Praça. Dos peregrinos de língua portuguesa, fez uma saudação especial aos fiéis diocesanos de Curitiba com o seu Arcebispo, Dom Moacyr Vitti.
O Papa dedicou inteiramente sua catequese à natureza, por ocasião do Dia Mundial do Meio Ambiente, promovido pelas Nações Unidas, que este ano lança um apelo contra o desperdício de alimentos.
Quando falamos de meio ambiente, disse o Papa, o pensamento remete às primeiras páginas da Bíblia, ao Livro do Gênesis, onde se afirma que Deus colocou o homem e a mulher sobre a terra para que a cultivassem e a guardassem.
Mas é o que estamos fazendo?, questionou o Pontífice. “Esta indicação de Deus não foi feita só no início da história, mas a cada um de nós. É nossa responsabilidade fazer com que o mundo se torne um jardim, num local habitável por todos. Mas nós, ao invés, somos muitas vezes guiados pela soberba do domínio, da posse, da manipulação, da exploração. Estamos perdendo a atitude do estupor, da contemplação, da escuta da criação. Isso acontece porque pensamos e vivemos de modo horizontal, nos afastamos de Deus.”
Todavia, esta responsabilidade de “cultivar e guardar” não diz respeito somente à natureza, mas compreende também as relações humanas. Francisco lembrou que seus predecessores falaram de ecologia humana intimamente relacionada à ecologia ambiental. A crise que hoje se vive, e que se reflete no meio ambiente, é sobretudo humana. E alertou: “A pessoa humana está em perigo!” E o perigo é grave porque a causa do problema não é superficial, mas profunda: não é somente uma questão de economia, mas de ética e de antropologia.
“A Igreja já falou isso várias vezes; e muitos dizem: sim, é verdade.... mas o sistema continua o mesmo. O que domina são as dinâmicas de uma economia sem ética. Hoje, o dinheiro comanda. Deste modo, homens e mulheres são sacrificados aos ídolos do lucro e do consumo: é a “cultura do descartável”. Se um computador quebra, é uma tragédia, mas a pobreza, as necessidades, os dramas de tantas pessoas acabam por fazer parte da normalidade…”
Esta “cultura do descartável” tende a se tornar mentalidade comum, que contagia a todos. A vida humana já não é sentida como o valor primário a respeitar e tutelar, especialmente se é pobre ou deficiente, se não serve – como o nascituro –, ou não serve mais – como idoso.
“Esta cultura do descartável nos tornou insensíveis também aos desperdícios e aos restos de alimentos – o que é ainda mais deplorável quando muitas pessoas e famílias sofrem fome e desnutrição em várias partes do mundo. O consumismo nos induziu a nos acostumar com o supérfluo e ao desperdício cotidiano de comida. Lembremo-nos, porém, que o alimento que jogamos fora é como se o tivéssemos roubado da mesa do pobre, de quem tem fome!”
Jesus não quer desperdício, lembrou o Papa. Depois da multiplicação dos pães e dos peixes, mandou recolher os pedaços que sobraram, para que nada se perdesse. Quando o alimento é repartido de modo justo, ninguém carece do necessário.
“Convido todos a refletirem sobre o problema da perda e do desperdício de alimento para identificar vias que sejam veículo de solidariedade e de compartilha com os mais necessitados. Ecologia humana e ecologia ambiental caminham juntas. Gostaria então que todos assumissem seriamente o compromisso de respeitar e proteger a criação, de estar atento a cada pessoa, de combater a cultura do desperdício e do descartável, para promover uma cultura da solidariedade e do encontro.”
Depois da catequese, o Papa saudou os grupos presentes na Praça. Dos peregrinos de língua portuguesa, fez uma saudação especial aos fiéis diocesanos de Curitiba com o seu Arcebispo, Dom Moacyr Vitti.
Fonte:www.news.va
terça-feira, 4 de junho de 2013
Fraternidades Capuchinhas celebram novena e trezenas em honra a Santo Antonio
Santo Antonio de Pádua ou de Lisboa é um dos santos mais populares que temos na Igreja Católica, em nossa Província Capuchinha do Nordeste quatro de nossas Fraternidades celebram as trezenas e novenas em sua honra. A Fraternidade Santo Antonio, em Natal-RN, a Fraternidade Sagrado Coração de Jesus, em Maceió-AL, a Paróquia Coração Eucarístico de Jesus, em Caruaru-PE e a Paróquia Santo Antonio em Guarabira-PB. É com entusiasmo e com fé que estas comunidades estão se reunindo para louvar e agradecer a Deus pelo testemunho e pelo modelo de vida evangélica que foi Santo Antonio, que seu exemplo possa nos impulsionar a seguir ao Senhor com fidelidade e com alegria!
Santo Antonio rogai por nós!!!
Abertura da Trezena de Santo Antonio na Paróquia Coração Eucarístico, em Caruaru-PE.
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